Mas, será que é mesmo o tempo que mede a nossa vida?
Ou a gente devia contar a vida pelo número de sorrisos?
De abraços? De conquistas? Amores?
De sucessos e fracassos?
Por que ao invés
de dizer tenho tantos anos, a gente não diz: tenho três amigos, oito paixões,
quatro tristezas, três grandes amores e dezenas de prazeres?
A gente vai
vivendo e, às vezes, esquece que a vida não é o tempo que a gente passa nela,
mas o que a gente faz e sente enquanto o tempo vai passando.
Dizem que a vida é
curta, mas isso não é verdade. A vida é longa pra quem consegue viver pequenas
felicidades. E, essa tal felicidade vive aí disfarçada, como um criança
traquina brincando de esconde-esconde.
Infelizmente, às
vezes não percebemos isso.
E passamos a nossa existência colecionando nãos.
A viagem que não fizemos;
O presente que não demos;
A festa a qual não fomos;
O ensinamento que não aprendemos;
A oportunidade que não aproveitamos.
A vida é mais
emocionante quando se é ator e não espectador.
Quando se é piloto e não passageiro; pássaro e não paisagem.
Como ela é feita
de instantes não pode e não deve ser medida em dias ou meses, mas em minutos e
segundos.
O que você vai
fazer com seu próximo minuto?
Outro minuto que não voltará.
Viva!
Porque a vida é agora.
E lembre-se que daqui há 10, 20 ou 30 anos,
você se arrependerá muito mais das palavras que não disse, das coisas que não
fez, dos sonhos que não realizou, das oportunidades que não aproveitou, dos
ensinamentos que não aprendeu, do que dos erros que houver cometido